Arte, como o quê?

Há algumas semanas foi lançado o filme Batman, o Cavaleiro das Trevas Ressurge. Em certa medida pode ser destacado, como realmente é em sítios variados, os grandiosos elementos para o entretenimento de milhões de pessoas em espaços variados que o filme agrega. Um pouco mais a fundo, várias imagens deste trabalho são construídas, e uma delas se refere ao contorno ideológico advindo dos estúdios de Hollywood.

Slavoj Žižek é partidário de uma degustação mais detalhada e faz desta a exposição de elementos contraditórios e estruturais acerca do alcance das ideias através de veículos variados. O texto construído sobre o filme é dotado de muita polêmica e ironia, e claramente são as marcas do autor, além das valiosas associações e capacidade reflexiva do mesmo. Em suas ideias há dois pontos em destaque: as diferenças entre os últimos dois vilões, Bane e Dent (Duas Caras), e a perspectiva da ditadura do proletariado, ou o poder ao povo defronte a ordem da lei. Em suma, por ora referencia-se o texto e indica-se a leitura, e ainda a interpretação do mesmo sob a lente de Žižek. Assista, e com o subir dos créditos na grande tela pense, ao invés de comemorar como o filme acaba.

Para conferir as ideias do autor em destaque, clique: http://boitempoeditorial.wordpress.com/2012/08/08/ditadura-do-proletariado-em-gotham-city-artigo-de-slavoj-zizek-sobre-batman-o-cavaleiro-das-trevas-ressurge/

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